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EXCELÊNCIA UFMG

Tripé acadêmico e instalações dignas

Tripé acadêmico e instalações dignas

Belo Horizonte (eu gosto daqui, uai) – Hoje e amanhã estou na Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais participando do Seminário Educação no Espaço Público – ver aqui.

Lição básica em curso: uma outra excelência acadêmica é possível…

Estou conhecendo melhor um projeto que atua coordenadamente em ensino, pesquisa e extensão (o dito tripé universitário): Pensar a Educação, Pensar Brasil. Envolve diversos professores em trabalho coletivo. E coletivo não é a justaposição de pessoas isoladas, é atuação de grupo, de iguais, é compromisso com o que é comum.

Bota graduandos, pós-graduandos e docentes de diferentes inserções e unidades acadêmicas para trabalhar junto. Para além do “evento”, a programação está integrada com o Programa de Pós-Graduação, ou seja, nesse exato momento compartilho as atividades com o conjunto dos mestrandos e doutorandos da FaE (Faculdade de Educação por estas bandas), em atividade institucional.

E, sim, num auditório lindo! Bem iluminado, com todos os equipamentos de áudio e vídeo funcionando, cadeiras confortáveis, excelente acústica, mais de 250 lugares e, ops, internet de qualidade (numa conexão específica para o evento…).

Ai, ai, ai, chega a doer (o cotovelo!)

PENSAR A EDUCAÇÃO

Todo o mês vou publicar um texto no antenadíssimo informativo "Pensar a Educação em Pauta"

Todo mês vou publicar um texto no informativo “Pensar a Educação em Pauta”

Porto Alegre (em meio a manifestações…) –  Caso queira ficar antenado no que acontece na educação brasileira (e mesmo mundial!) uma excelente alternativa é ler o informativo semanal “Pensar a educação em Pauta”, editado por um povo da Universidade Federal de Minas Gerais comprometido com a sociedade, super sério – leia aqui. E eu vou estragar o trabalho deles com os meus artigos mensais… O primeiro saiu hoje, abordando o Ministério da Educação e seus ocupantes. Aqui vai um trechinho:

“/…/Cid no MEC mantém uma tradição: a de que profissionais da educação básica e especialistas em educação não viram ministros da área. De todos os ministros desde 1985 apenas Cristovam Buarque possuía alguma identidade profissional com a educação antes de assumir o ministério. E mesmo este é um engenheiro com uma carreira dedicada à economia… Assim, para ser ministro da educação do Brasil não precisa entender quase nada de… educação./…/”

Quem se interessar pode ler aqui.  E fique à vontade para colocar seus comentários tanto lá quanto aqui.