Monthly Archives: janeiro 2016

CONTRA A BASE CURRICULAR

Eu quero ser Alice!

Eu quero ser Alice!

Porto Alegre (Essa base é uma b…) – Quando crescer eu quero ser Alice. Não a do País das Maravilhas, mas a Casimiro Lopes, da UERJ. Quero ter a clareza de ideias dela. Quero conseguir expressar minhas convicções e argumentos como ela. Quero conseguir fazer um debate sério, mesmo quando os interlocutores defendem bobagens e tentam desqualificar suas falas. E tudo isso com serenidade, respeito, mas firmeza.

Ela participou de programa do Canal Futura em dezembro de 2014. E por cerca de uma hora confrontou seus pontos de vista sobre a proposta de Base Nacional Comum Curricular com outras duas outras pessoas (nos próximos posts falo das “outras”, ai, ai, ai).

Por favor, não acredite em mim! Veja você mesmo aqui e aqui.

Essa Alice me representa, no mundo real em que currículo não é algo mágico de um país imaginário. Onde professores não são soldados da Rainha de Copas…

BASE CURRICULAR???

Entidades acadêmicas contra a homogeneização

Entidades acadêmicas contra a homogeneização

Porto Alegre (amanhã discussão na FACED / UFRGS, 8h, sala 109!) – O Coletivo Mobilização FACED, povo que se uniu na última greve docente na UFRGS e segue na luta promoverá dia 07/01 (5a f) debate com o seguinte mote: “Por que uma Base Nacional Comum Curricular”?

Fazendo minha preparação para participar do evento indico a leitura do documento produzido por Anped e ABdC (ver aqui).

Segue trechinho inicial (o negrito em vermelho é meu – frase esquisita essa… negrito vermelho?)

“A Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Educação-ANPED, por meio do Grupo de Trabalho 12: Currículo, e com o apoio da ABdC/Associação Brasileira de Currículo, manifesta-se contrariamente ao documento orientador de políticas para Educação Básica apresentado pela SEB/MEC a consulta pública como Base Nacional Comum Curricular.”

Na contramão do discurso oficial e de seus seguidores que buscam demonstrar um consenso inexistente sobre a temática, o texto alinha argumentos e informações essenciais pra quem quiser debater sem se postar como mero expectador dos desígnios de Brasília.

Cito abaixo os nove tópicos em que o material está organizado:

  1. Diversidade versus uniformização
  2. Nacional como homogêneo: um perigo para democracia
  3. Os entendimentos do Direito à Aprendizagem.
  4. Conteúdo não é base
  5. O que não se diz sobre as experiências internacionais
  6. Gestão democrática versus responsabilização
  7. A Base e a avaliação (contribuição do Prof. Luiz Carlos de Freitas)
  8. Desqualificação do trabalho docente: unificação curricular e avaliação externa
  9. Metodologia da construção da Base: pressa, indicação e indefinição

Depois vou pingando mais materiais e análises.

Mais promessas de ano novo…

PROMESSAS DE BLOG NOVO

Vixe, até na foto o cara tá atrasado...

Vixe, até na foto o cara tá atrasado…

Porto Alegre (nooossa, quanto tempo?!) – Aos que estavam felizes com meu sumiço eu trago más notícias… Entre as resoluções de ano novo consta ser mais fiel aos meus leitores do blog, não sumir, desaparecer, deixar às moscas.

Então, de volta à luta.

Nunca prometi assiduidade e conforme as marés da vida – quase nunca calminhas, muitas vezes tempestuosas – eu vou e volto. Feliz e aguerrido, pra variar.

Um excelente 2016 pra nós – apesar das previsões tenebrosas…