MERCADANTE DE NOVO NO MEC?

Enxotado da Casa Civil... Vai pro MEC?

Enxotado da Casa Civil… Vai pro MEC?

Porto Alegre (troca de cadeiras outra vez?) – Aloizio Mercadante vem sendo “fritado” politicamente há semanas. Com o governo em crise, o chefe da Casa Civil deveria atuar como bombeiro e apagar o fogo. Porém, todos o consideram um incendiário: arrogante, autoritário, pouco flexível.

A notícia de hoje é que Mercadante finalmente será enxotado da Casa Civil e (tchã, tchã, tchã, tchããã) especula-se que retome seu acento no Ministério da Educação! Sim, pra não passar a impressão que a crise é maior, que Dilma não confia nele etc o cara se mantém no governo, em cargo de confiança da Presidenta – ver aqui.

Mas pode não dar em nada, e Mercadante ir fazer outra coisa de sua vida. O que importa é que o atual titular do MEC está na berlinda. A simples “disponibilidade” que se enxerga na sua cadeira é um indício da fraqueza de Renato Janine.

E a equação é simples: a Presidente precisa fazer uma reforma ministerial, mostrar que está pondo a casa em ordem, cortar gastos, se apresentar como austera, decidida, mas… não pode desagradar mais aliados políticos. Assim, retirar cargos de partidos e forças da base congressual é uma bobagem. Onde a corda estoura? Onde não há forte laços políticos, nenhum deputado ou bancada parlamentar envolvida, resumindo: Janine é alvo fácil. Ninguém vai reclamar por ele, ninguém vai defender o espaço que ele ocupa. Situação típica dos ditos “técnicos”.

Dizem que em breve a lenda da reforma ministerial da Dilma será divulgada (hoje? amanhã?). A ver. Estaremos de plantão para acompanhar o futuro do MEC. Ai, ai, ai.

PS. E bem intrigante também a notícia derivada, pois Jaques Wagner, cotado para assumir o lugar de Mercadante,  é atual ministro da Defesa. Para este Ministério iria… um comunista!!!! Aldo Rebelo, do PCdoB. Os quartéis devem estar bem mal humorados hoje! Rarara.

One thought on “MERCADANTE DE NOVO NO MEC?

  1. Júlio Cardoso

    O Ministério da Educação deveria ser a pasta mais importante do país. O ministro escolhido não poderia ser político, mas um civil competente e que entendesse da área. Lamentavelmente o MEC continua sedo tratado de forma política e sem a importância merecida. Por isso, a educação nacional tem qualidade sofrível em comparação aos países desenvolvidos que sabem dar magna importância ao desenvolvimento educacional.
    Como pode ter futuro promissor no cenário das nações desenvolvidas se o Brasil trata a sua pasta de Educação com viés exclusivamente político? O país vai de mal a pior ao não arrostar a educação com a prioridade que merece.
    Assim, é uma grande vergonha a rotatividade ministerial empregada pelo governo federal do PT no MEC, para acomodar apaniguados políticos. A falta de seriedade com a pasta está sobejamente estampada na determinação da presidente Dilma Rousseff de cortar no Orçamento da União 7 bilhões de reais da Educação.

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